01
Animar
Antes de começar o trajeto tem muita música e várias formas de aquecer.

01 — Manifesto
A cidade acorda cedo demais e cobra o tempo todo. Aqui não. Ninguém pergunta seu tempo, sua distância, seu split. Ninguém compara. Ninguém posta ranking.
A gente corre na rua de verdade: asfalto molhado, viaduto, madrugada, semáforo, gente. Você aparece do jeito que dá. Corre, caminha, para no meio. Tanto faz.
Não é performance. É teimosia diária, feita junto com quem também decidiu sair de casa.
Nobody cares about your pace.
02 — Como funciona
Sem chip, sem categoria. Um ponto de encontro, uma hora, e a rua.
01
Antes de começar o trajeto tem muita música e várias formas de aquecer.
02
Mesmo trajeto, ritmo de cada um. Ninguém fica pra trás porque não existe frente.
03
A rua vira desculpa pra conversa. Quem veio sozinho volta acompanhado.
04
Depois tem café, cerveja, comida. O fim do trajeto não é o fim do encontro.
No finish line.
Curadoria


A ideia começou com Ricardo Lapa, fundador da BOOM — uma das maiores comunidades de treino do Brasil, com quinze anos de estrada e meio milhão de pessoas ativas em 70 países. Ele queria tirar o treino da tela e levar pra rua, de verdade.
A Orla Brasil topou na hora. Já são anos gerindo espaço público país afora — sabendo onde vale fechar a rua, onde a madrugada vira encontro. Faltava só alguém com motivo forte o suficiente pra reunir gente. O F*CK PACE nasceu desse encontro.
A ideia é do Lapa. A rua, da Orla Brasil.

Primeiro encontro
Orla TotalPass - Parque Villa Lobos, São Paulo. O primeiro encontro da F*CK PACE.